traplev
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sem título (aproveitar o capitalismo...)
neutralidades
sem título (ambiente 1)
válido para
novoprotesto
formulários e modos opcionais sala 1
die ausdehnung - a extensão como efeito
frases sampler
planejamento portátil
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equivalência absurda - sala 3
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planificar a economia geral
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r70 - instalação
ação fotográfica de carnaval
Curadoria:
Germano Dushá

Athena Contemporânea
02/02 á 19/03/2016
(Rio de Janeiro)
A Galeria Athena Contemporânea tem o prazer de apresentar Esforço-Desempenho, com curadoria de Germano Dushá, exposição com os artistas Anton Steenbock, Daniel Albuquerque, Daniel de Paula, Débora Bolsoni, Deyson Gilbert, Janaína Wagner, Laura Belém, Marina Rheingantz, Matheus Rocha Pitta, Rafael RG, Renata De Bonis e Traplev.

O termo “Esforço-Desempenho” se refere a um conceito cunhado por teorias da motivação que tentam explicar determinantes de comportamentos para gerar modelos de incentivo. Apoia-se, portanto, na premissa de que o indivíduo fundamenta suas ações orientado pela antecipação de eventos futuros. Em síntese: associa um resultado ao seu esforço. Articular esse tipo de formulação – aplicada principalmente à governança corporativa – no contexto de uma exposição de arte, questiona o que deve continuar nos servindo de impulso para realizar, e a eficácia do fazer; assim como joga luz sobre as discussões em torno da possibilidade de uma produção com fim em si mesma. Aqui, também é tomada para ventilar maneiras de se pensar o conturbado estado de ânimo coletivo através de proposições/gestos/disposições estéticas.
Novidades
desenvolvido por biarritzzz 2016
"frase-sampler" acima e múltiplo "válido para" abaixo.
Curadoria:
Daniela Labra

Programa Curador Visitante
Parque Lage
04/03 á 01/05/2016
(Rio de Janeiro)



“Depois do Futuro” é um projeto com caráter emergencial, elaborado em tempos de crise de proporções olímpicas no contexto do Rio de Janeiro.

Os trabalhos apresentados tratam da falência institucional e do vazio político que predominam no presente brasileiro, e na realidade latino-americana. Ao mesmo tempo, há também proposições que elucubram questões como novos modelos de convivência, cooperação, criação e subsistência, os mesmos que na atualidade despontam pelo planeta em células apartidárias e mobilizadoras da sociedade civil.

A arte se coloca, assim, como ferramenta sensível para uma percepção crítica do mundo, informando, educando e permitindo sonhar com futuros que não podem ficar para depois.

Daniela Labra
Fevereiro, 2016
bom negócio e situação
página dupla no jornal da exposição e
adesivo para distribuição limitada.
Parque Lage, 2016
(foto Rodrigo Garcia Dutra)
Curadoria:
Marta Mestre

Curador Assistente:
Ulisses Carrilho

Programa Curador Visitante
Parque Lage
21/05 á 26/06/2016
(Rio de Janeiro)


"Agora somos mais de mil" é a quinta mostra do programa Curador Visitante da Escola de Artes do Parque Lage. Com curadoria de Marta Mestre, a exposição investiga a finalidade dos protocolos da arte no contexto de uma escola livre. O filme Zero de conduta, de Jean Vigo (1933), em que jovens insubordinados de um colégio instauram uma “bastilha imaginária”, fornece uma das balizas curatoriais.

Articulando propostas atuais com trabalhos históricos concebidos para a própria EAV, a exposição aborda processos de formação artística, observando fronteiras - hoje questionadas - entre ensino, aprendizado e criação. Dedica um núcleo crítico aos temas da circulação e comercialização da arte. Do conceito de produção emergem as noções de lazer, ritual, encontro, dispêndio, ócio e trabalho.
formulários e modos opcionais, sala 1, 2008
março, 2016
auto-reflexíveis
kapital + mimeógrafo =
Curadoria:
Fernando Ticoulat
COLETOR

Estacionamento rua Santa Isabel, 187,
Vila Buarque

25/06/2016
(São Paulo)

O Coletor, com apoio do Movimento90º, convida para Terra Falsa, um projeto composto por um happening a se realizar no estacionamento da Rua Santa Isabel 197, no centro de São Paulo, e uma publicação que será editada no 2o semestre de 2016.

Seguindo com o projeto do Coletor de apropriar-se provisoriamente de espaços urbanos para o uso de práticas artísticas contemporâneas, Terra Falsa é um interstício poético que atravessa o vazio urbano dado pelo terreno. Trata-se de uma zona que acolherá obras de arte em diversas linguagens, a maioria inéditas e pensadas para a ocasião. Em comum há um ímpeto de tensionar as forças simbólicas que condicionam e monetizam o nosso viver juntos, sem apelar à retórica, lugares-comuns ou o cinismo. Pelo contrário, os trabalhos empregam humor e ironia afim de arrancar-lhe um sorriso (amarelo), e se esquivam da intelectualidade hermética do cubo branco em prol de narrativas otimistas frente a um futuro marcadamente distópico.

Aos que não puderem estar presentes no dia 25, haverá uma cobertura ao vivo no aplicativo Snapchat. Siga-nos lá: coletor.org
junho, 2016
Intervenção no estacionamento exposição Terra Falsa, banner de 6 metros de largura x 2 metros de altura, instalado (apenas por um dia) no prédio com vista para o minhocão.
foto: Victor Leguy.
Curadoria:
Bernardo Mosqueira
Casa Triângulo - SP


30/07/2016 á 27/08/2016
(São Paulo)


(ao meu amor)

Atualmente, a realidade se apresenta de forma tão assustadora que é fundamental que nosso compromisso ético maior seja com a transformação das bases obscenamente esgotadas de nossa sociedade. Esse é também o momento da história da humanidade em que as informações sobre o mundo são mais abundantes e acessíveis: um tempo em que se posicionar contra aquilo do que se discorda se tornou o procedimento relacional fundamental da cultura. Quanto mais eficazes e sedutoras as estratégias de oposição e, sobretudo, de destruição do outro e de suas ideias, mais alto é seu lugar de poder na sociedade. Porém, há aí um problema grave. A oposição ou a crítica não podem ser entendidas como finalidades em si, e, assim como ainda perdemos corpos maravilhosos para a guerra, muitos dos nossos melhores pensadores estão dedicados exclusivamente a processos discursivos de crítica e desconstrução, que resultam mais em terra arrasada e um lugar de poder construído do que em qualquer elaboração ou colaboração para construção do mundo que se deseja.
maio/junho, 2016
projeto pedagógico para época de crise no Brasil, versão 2 (9, A), 2016, intervenção sobre textos críticos variados a respeito da situação política brasileira (vista da exposição na Casa Triângulo, julho, 2016, SP).
foto de Edouard Fraipont

Essa série de trabalho tem mais de 30 peças entre letras, números, sinais, formas e etc e também haverá outros dispositivos-bases para instalação, passando por papel de parede, intervenção no site banalbanal e os cavaletes.
Germano Dushá

Em “Carteado pedagógico para estado de exceção” Traplev organiza (para serem livremente desorganizados) uma série de prints com intervenções digitais feitas no celular a partir de textos e notícias recolhidos na internet. Nesses excertos editados enxergamos fragmentos do debate político atual sobrepostos por letras do alfabeto, números e sinais que suprimem informação ao passo que articulam novos sentidos, remoendo estilhaços de uma linguagem manifestamente explodida.
agosto, 2016
residência "casa comum"
alfabeto flúor
retratos com e sem propina
No primeiro semestre de 2017, Traplev inaugura duas mostras individuais, uma que abre dia primeiro de abril na galeria da qual é representado, a Sé em São Paulo, e outra que abre dia 21 de junho, em Brasília na galeria Fayga Ostrower, derivado do projeto de 2015 aprovado em período democrático do Governo Federal do Brasil, do prêmio arte contemporânea da Funarte do Ministério da Cultura.

Ambas exposições estarão desenvolvendo temas e subjetividades na qual Traplev vem trabalhando nos últimos tempos, no qual também desenvolverá algumas experiências colaborativas de formação.

Em breve serão publicadas maiores detalhes de cada projeto.
setembo, 2016
Curadoria Germano Dushá
Galeria Jaqueline Martins, São Paulo

04/02 - 11/03/2017

"(...)
Concebido para tomar como suporte um dispositivo feito para arquivar telas em 9 páginas frente e verso, o projeto é composto por trabalhos de duas gerações: 1968 ao começo dos anos 80, e de 2013 a 2017. Ao revisitar documentos, rever narrativas e propor novos diálogos, dispara em direção a questões envolvendo liberdade, repressão, êxtase coletivo, transe estético, colapso institucional e gestão de crise. São cruzamentos que traçam um quadro temporal não linear, de idas e vindas, gangorras e emaranhados, para abordar o estado de espírito conturbado do nebuloso cenário atual. Por fim, se inclina sobre as indesejáveis imposições à força e os flagrantes esgotamentos históricos, econômicos e organizacionais diante dos quais nos encontramos para, com sorte, ser possível imaginar e experimentar o que ainda não sabemos, ou aquilo do qual ainda não damos conta".
vistas gerais da exposição "novasbandeiras entre almofadas pedagógicas de Traplev na Sé Galeria em São Paulo.
fotografias: Pedro Victor Brandão
Curadoria Fernando Ticoulat
Galeria Sé, São Paulo

02/04 - 22/07/2017

esta exposição oferece um momento como experiência a ser vivida, nem mediada muito menos mediatizada. Daí a necessidade de uma zona indeterminada além do que está dado, além do espectador e da obra de arte, além do dizível e visível, de novo: o avesso do imaginário. Marcada pelo excesso e repetição, esta exposição é uma constelação que não busca uma unidade, mas pulsa forte. Estamos diante de uma interrupção em que se espera alimentar algum tipo de pensamento contra-hegemônico ou ao menos promover a extinta capacidade de sonhar acordado, de estar, e não produzir.

A linguagem é um sistema de signos arbitrários socialmente aceito, é um código. Considerando nossa realidade fragmentada por uma avalanche de imagens desumanizadas, metamorfoseadas num gigante aparelho hipnótico que nos reduz a apenas agentes de consumo, corpos genéricos, é preciso reconhecer o esgotamento da linguagem. Com ela não há nenhuma possibilidade de alteração do status quo. Traplev quebra com este código ao privilegiar sua função estética, atraindo atenção à forma e não ao conteúdo dos signos, relacionando-se de modo ambíguo com o sistema de expectativas e permitindo sentidos que vão além do dizível e representável. Percebe-se aqui uma das premissas desta exposição: a revolução da linguagem é inexorável à revolução social, provavelmente anterior a ela na medida em que abre a frente para nos libertar da colonização dos nossos afetos. (...)
2017
fevereiro, 2017
novasbandeiras entre almofadas pedagógicas
sistemas de estruturas
ALMOFADAS PEDAGÓGICAS:
programa de formação crítica com referências históricas de movimentos de
resistência e lutas por direitos no Brasil
O projeto das almofadas pedagógicas é um dispositivo de difusão de conhecimento e funcionam como um índice de referências históricas e contemporâneas de movimentos, causas e fatos históricos de lutas de resistência por direitos no Brasil, para ser aplicado em grupos de interesse popular e social.

A dinâmica de interação das almofadas acontece como um desdobramento espontâneo do trabalho, cada almofada traz uma imagem e um texto didático sobre o assunto, sendo uma “janela” para o público adentrar em cada questão.

Com a reunião desses conteúdos de referência histórica nas almofadas, o conjunto se torna autônomo e pode ser aplicada em grupos independentemente de um propositor vinculado. As almofadas tanto podem ser instaladas em espaços de circulação e salas de estar com bancos para o público interagir espontâneamente, e ou também ser introduzida por algum mediador.

Cada pessoa que se interessar pelo dispositivo pode se apropriar do objeto para ativar de diversas formas, desde uma apresentação geral sobre as lutas de resistência no Brasil com dinâmicas em grupo para descobrir e explorar os movimentos retratados, até abrir uma discussão para elencar outros movimentos que podem vir a fazer parte do conjunto de almofadas pedagógicas, entre outros debates de como tudo isso pode contribuir para o empoderamento desses grupos.

Aqui temos o registro das almofadas em duas exposições do artista, em São Paulo na galeria Sé e em Brasília pelo prêmio de Arte Contemporânea da Funarte 2015, exposta de junho a agosto de 2017, além de um registro na Casa Frida em São Sebastião no DF.

O projeto está em nova fase de pesquisa para ampliar o índice de movimentos históricos de lutas no Brasil para em sequência e em paralelo ser aplicada em workshops e experimentações expositivas, além de um processo mais complexo que visa a tiragem de vários conjuntos para serem doados à espaços de formação política para atuação social, educacional e de cultura.
abril-julho 2017
novasbandeiras entre almofadas pedagógicas, sala 9
(English version)

In “Virtual pedagogic cards for state of exception” Traplev organizes (so they can be freely disorganized) a series of digital prints from texts and news upon which he made digital interventions using his cellphone. In these edited excerpts we can see fragments of the political debate superposed by the letters of the alphabet, number ands signs that suppress information while articulating new meanings, ruminating the shrapnel of a manifestly exploded language.
English version
Deus está solto!
Intervenção pro site banalbanal
O que vem com a aurora
Terra Falsa
Agora somos mais de mil
Depois do Futuro
Esforço-Desempenho
junho/agosto 2017
Durante o período da exposição de Traplev em Brasília na galeria Fayga Ostrower pelo Prêmio Funarte de Arte Contemporânea Atos VIsuais Funarte Brasília 2015, foram publicadas sete intervenções (uma por semana) no jornal impresso do Correio Braziliense, durante o período da exposição entre os meses de junho e agosto de 2017.
2016-2018
MitoMotim é um poema de verso único, trivial em antologias de palíndromos. É palavra gráfica e desenho literário. Como jogo de vice-versa, deve ser lido de frente para trás e de trás para frente. É mito de motim, motim de mito. Refere-se a quimeras tanto quanto à insubordinação. Propõe a fabulação de mundos e, lado a lado, a insurgência coletiva e desorganizada, espontânea e ruidosa, que se amotina com a pedra que tem à mão – seja ela poética ou política. MitoMotim espelha um tempo futuro embotado de passado, como se a história não escapasse de sucessivos retornos. Nesse lance de reflexos, pode ser tanto a ação quanto a impossibilidade da ação. A hipótese mágica ou o gesto pragmático. No Brasil de hoje, é invocado pela urgência das transformações.

Como exposição, Mitomotim reúne obras do Acervo Histórico Videobrasil em diálogo com trabalhos de artistas convidados. Da vasta coleção de filme e vídeo experimental, constituída desde 1983 por esta instituição, destacaram-se produções que contestam alguns dos fundamentos de nossa identidade como “povo brasileiro”, em consonância com o presente. Entre os trabalhos aqui apresentados há programas de televisão do final dos anos 80 e início dos 90, produzidos de forma independente e provocativa, que se situavam como discurso crítico aos meios de comunicação de massa. Contra a visada hegemônica, interessavam-se pelas imagens marginais, pelos sujeitos não representados, abrindo os microfones e posicionando a câmera fora dos quadros oficiais, em busca da revolução possível. Junto ao material televisivo, obras contemporâneas seguem tratando do entorno social anacrônico a despeito das décadas corridas. A produção de imagens, tão mais abundante revela, no entanto, novas e velhas fraturas. Por entre barreiras e interdições, promessas de vingança e planos de sabotagem, a obsolescência de nosso projeto de país é questionada.

No motim dos mitos, as obras encontram, do outro lado da barricada, uma nação com qualidades autoindulgentes e narrativas farsescas: a descoberta da Terra Brasilis, a natureza inesgotável, a resiliência alegre, o homem cordial, a democracia racial, o país do futuro. Há de se perguntar como reinventar este lugar que ainda se deixa ludibriar por pontes de ordem e progresso. Na mão dupla dos sentidos, os mitos de motim acionam uma memória de levantes que está investida de transgressão e inconformismo. Nesse contexto, questionam sobre as formas de se insurgir e a potência de criação de outras existências. Os mitos de motim desafiam a arte, tão precária quanto potente, em seu desejo de revolver a realidade.

Júlia Rebouças

MitoMotim
Curadoria: Júlia Rebouças
de 13 de abril a 28 de julho
de terça a sábado | das 12h às 18h
Videobrasil
Av. Imperatriz Leopoldina, 1150
São Paulo
vistas gerais da exposição MITOMOTIM, com as obras de Traplev, abril, 2018. fotografias: Pedro Napolitano Prata
almofadas pedagógicas - progr. de re-alfabetização política
O artista lançou na última semana de outubro, na plataforma na Benfeitoria o projeto para financiar 4 ações de formação educativa e tem até 22 de dezembro para cumprir todas as metas para poder desenvolver as ações.

O que são essas ações de formação? Cada ação é composta por um conjunto de 50 almofadas, e um workshop com dois profissionais (o artista e um(a) convidado(a)), que apresentarão o programa de re-alfabetização política das almofadas pedagógicas.

As ações junto com as 4 coleções de almofadas serão doadas à centros de formação social e popular que o artista vêm fazendo contato no último ano e assim que o projeto alcance suas metas, serão divulgadas os locais para receber as ações.
para participar é só clicar aqui!
PROJETO DE FINANCIAMENTO DO PROGRAMA DAS ALMOFADAS PEDAGÓGICAS