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Projeto curatorial G R_V E foi desenvolvido por Traplev no programa educativo da SP-ARTE com coordenação de Adriano Pedrosa.
O programa foi desenvolvido durante 5 meses e ao final foi produzida a exposição na Feira da SP-ARTE em abril de 2014.
artistas: c.l.salvaro | cristiano lenhardt | jorge menna barreto | laís myrrha | felipe caprestano | fabio tremonte | janine soenens | ricardo carioba | débora bolsoni | maurício ianês | pedro marighella

publicações: amazônia em chamas |abertura dos livros | 4478zine | recibo | cartografia crítica da amazonia | 36 | entre outros
█████████ Os códigos do conhecimento e da informação são objetos de subjetivação da realidade. O tempo e sua emergência - seus sistemas, suas crises, suas críticas, suas resistências, seu poder, suas festas, etc. - são manifestações que, de antemão processamos e reconhecemos, pela energia do ambiente, ou mesmo pela identificação de certos códigos no espaço. (fragmento texto curatorial)
detalhe do cartaz-folder e o jornal 36 de fábio morais
vista da entrada com fachada-mural de cleverson luiz salvaro
cristiano lenhardt e jorge menna barreto e uma das caixas de som da intervenção sonora de ricardo carioba
vista geral com debora bolsoni, janine soenens, mauricio ianês e felipe caprestano (declaração de interesse).
vista geral com lais myrrha ao fundo, mauricio ianês (discurso ltda.) e parte da instalação de pedro marighella a direita.
fabio tremonte no primeiro plano
vista com pedro marighella e abertura dos livros
abertura dos livros
G R █ V E

Exposição do Programa Laboratório Curatorial
Feira SP-ARTE
2 a 6 de abril de 2014

artistas:
c.l.salvaro (ybakatu) | cristiano lenhardt (amparo 60 e fortes vilaça) | jorge menna barreto (bolsa de arte)
débora bolsoni (marila razuk) | mauricio ianês (vermelho) | pedro marighella (-) | felipe caprestano (-) | fabio tremonte (-) | janine soenens (-) | laís myrrha (-) |erik van der weijde (chert) |abertura dos livros (-) rede aparelho]

projeto curatorial: traplev


Os códigos do conhecimento e da informação são objetos de subjetivação da realidade. O tempo e sua emergência (suas crises, suas críticas, suas resistências, seu poder, suas festas, etc.), são manifestações que, de antemão processamos e reconhecemos justamente quer seja pela energia do ambiente, ou mesmo pela identificação de certos códigos no espaço que relacionamos com outros que conhecemos.

A proposta curatorial G R █ V E que apresentamos nesta ocasião, reúne trabalhos relacionados com a contestação, o luto, a revolta, o sinistro e, em geral um certo estado de suspensão. Esta reunião de trabalhos evidencia operações de contextos sociais, políticos e filosóficos, e também peças de caráter formal que funcionam como espaço subjetivo de compreensão a ser ou não decifrado e que mantém sua ambiguidade.

Para este projeto em específico, tentei compreender o que este espaço de visibilidade trás, além do kapital.
No circuito de arte em geral, a feira de arte, muitas vezes é tida como um “monstro”, mas o contraditório é que a feira de arte não é algo fora do circuito e do sistema de arte, pelo contrário, ela é parte integrante do contexto artístico e claro, como qualquer atividade dentro deste campo tem suas repulsas entre seus diversos agentes.

Penso que de alguma forma a Feira de Arte não deixa de ser também um espaço privilegiado para a apresentação de propostas que ultrapassem o espaço “kapital” da feira. Como o próprio Adriano Pedrosa evidencia em seu texto sobre o programa Laboratório Curatorial da SP-ARTE: Pode-se distringuir dois territórios no mundo da arte: por um lado, o mercado, onde obras são vendidas e compradas, por outro, um campo de conhecimento e de informação, onde elas são expostas disseminadas e discutidas criticamente.

A prática curatorial que realizo parte do meu processo como artista e editor e, neste contexto que procuro outras referências para este fazer que não a reprodução de certos códigos curatoriais. A experimentação da prática e a premissa principal de “forçar os limites da permissividade do circuito como sendo uma das tarefas da produção contemporânea de arte”, (Ronaldo Brito, “análise do circuito”, 1970), é o sentido principal desta mostra e da minha prática como “artista etc.” (Ricardo Basbaum, “amo os artistas etc”, 2005). Acredito que alcançar um certo ideal sem equívocos ou mesmo erros e riscos não seja possível para, por outro lado experimentarmos essa diferença da crítica e da possibilidade de repensarmos os paradigmas do tempo.

O próprio título da mostra, que é uma apropriação e sampler dos trabalhos de C.L Salvaro e Jorge Menna Barreto, evidenciam a ambiguidade como fato essencial na leitura das coisas, pois afirmar conteúdos e ou certos posicionamentos hoje no campo da arte é contraditório e, o “estado em que nos encontramos hoje” é uma decorrência histórica mal resolvida desde o golpe civil-militar de 1964 que data justamente 50 anos por estes dias. E que por motivos de princípios de civilidade, não podemos ignorar estes fatos históricos que estamos vivendo, pelo contrário.

Evidenciamos esse e outros contextos para que G R █ V E M O S estas reverberações do tempo.

Traplev, março de 2014.
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r70 - instalação
ação fotográfica de carnaval
sem título, 2013, cartaz de tiragem ilimitada em colaboração com Jorge Menna Barreto como parte integrante do filme "incômodo", 2013.
Na exposição foi a capa do cartaz distribuído com dados do projeto curatorial.
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